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Coparticipação

Coparticipação é a modalidade de plano de saúde em que o beneficiário paga uma parte do valor de cada procedimento que utiliza, além da mensalidade. Para o paciente, costuma baratear a mensalidade; para a clínica, significa que um mesmo atendimento pode ter duas fontes de receita — a parcela da operadora e a parcela do paciente — que precisam ser controladas separadamente.

Como funciona na prática?

O percentual ou valor da coparticipação é definido no contrato entre o beneficiário e a operadora — a clínica não o escolhe. Conforme o desenho do plano, a parcela do paciente pode ser cobrada pela operadora na fatura dele ou recolhida no próprio prestador. O que muda para a clínica é a conferência: saber, por atendimento, quanto virá da operadora e quanto (se algo) é devido no balcão.

O cuidado de gestão

O erro clássico é tratar atendimento de convênio como “receita única”: sem separar as duas parcelas, a conciliação não fecha e a diferença aparece como glosa aparente ou perda invisível. Registrar o valor por fonte também mantém honesto o ticket médio por convênio — insumo das renegociações de contrato.

Termos relacionados: glosa e ticket médio. O controle por fonte de recebimento vive no financeiro da clínica.

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