Cada pessoa vê o que a função exige — e nada além
No Clinovar, o acesso é desenhado por função desde a fundação: a recepção opera agenda, cadastros e cobrança sem ler uma linha de prontuário; o conteúdo clínico pertence ao profissional que atende; operações financeiras sensíveis são permissão explícita, nunca consequência do cargo; e a trilha de auditoria responde quem fez o quê, e quando. É o sigilo que o código de ética da sua profissão e a LGPD exigem — estrutural, não combinado verbal.
Como o acesso é organizado
Perfis por função
Administração, recepção, financeiro e profissionais de saúde — cada perfil nasce com o alcance da função. Cada pessoa tem login próprio; conta compartilhada não existe no desenho.
Sigilo clínico estrutural
O prontuário é território do profissional de saúde. A recepção agenda, cobra e confirma sem acesso ao conteúdo clínico — o que a ética exige, o sistema impõe.
Financeiro é permissão, não cargo
Registrar recebimento, dar desconto, estornar: operações do financeiro exigem permissão explícita — ver não é operar, e a trilha registra cada movimento com autor.
Auditoria: a pergunta que a fiscalização faz
“Quem acessou o quê, e quando?” — a resposta precisa existir antes da pergunta. A trilha de auditoria do Clinovar registra as operações relevantes com autor e momento, o que protege a clínica em três frentes: a conformidade com a LGPD para dados sensíveis, a apuração honesta de qualquer incidente interno e a tranquilidade de desligamentos — a saída de um colaborador é o bloqueio de um login, não a troca da senha compartilhada da casa inteira. O quadro completo de proteção está em Segurança e LGPD.
Uma honestidade importante
Controle de acesso protege contra o acesso indevido — não contra a foto do crachá emprestado. Logins individuais, senhas não compartilhadas e desligamento imediato de quem sai são disciplina da clínica; o sistema torna o caminho certo o caminho fácil, mas a cultura de segurança continua sendo humana.
Perguntas frequentes
A recepção consegue ver a evolução dos pacientes?
Não. O conteúdo clínico é acessível apenas aos perfis de saúde. A recepção enxerga o que a operação exige — agenda, cadastro, cobrança — e nada do registro clínico.
Um profissional vê o prontuário dos pacientes dos colegas?
O desenho respeita o cuidado: o profissional acessa os casos sob sua responsabilidade, e o compartilhamento em equipe segue as permissões da clínica — pertinente ao cuidado comum, auditável sempre.
Quem pode dar desconto ou estornar um pagamento?
Quem tiver a permissão financeira explícita — independente do cargo. E cada desconto e estorno fica registrado com autor, valor e motivo na trilha.
O que acontece quando alguém sai da equipe?
O acesso individual é bloqueado na hora — sem trocar senha de ninguém, sem interromper a operação. O histórico do que a pessoa fez permanece auditável.
Sigilo que não depende de combinado
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