Repasse de profissionais calculado da produção real — não da planilha
No Clinovar, a regra de repasse fica registrada por procedimento — percentual ou valor fixo — com exceções por profissional quando o acordo pede. O cálculo sai do que foi efetivamente atendido e recebido, e o fechamento vem com o extrato aberto: cada atendimento, o valor, a regra aplicada e o repasse resultante. O profissional confere em minutos; a discussão de fim de mês acaba.
Regra registrada, conta automática, extrato aberto
A regra vive no catálogo
Cada procedimento tem seu repasse padrão — percentual ou valor fixo, inclusive por convênio. O acordo diferente de um profissional específico vira exceção registrada, não lembrança.
A base é a produção real
O cálculo nasce dos atendimentos realizados e dos valores registrados no financeiro — com desconto, convênio e pacote considerados. Falta não repassada, estorno refletido.
O fechamento é uma conferência
Extrato por profissional com a memória de cálculo aberta. Transparência não é cortesia — é retenção de equipe: quem confia no fechamento não sai por causa dele.
Por que repasse manual dá errado — sempre do mesmo jeito
A planilha de repasse quebra nos mesmos três pontos: calcula sobre o agendado (e o no-show vira prejuízo duplo), esquece a exceção combinada meses atrás, e não guarda memória de cálculo — quando o profissional questiona, ninguém reconstrói a conta. Em clínicas multidisciplinares, com regras diferentes por profissão e por convênio, a matriz simplesmente não cabe em planilha. O tema em profundidade está no artigo repasse em clínica multidisciplinar.
Uma honestidade importante
O sistema calcula e documenta — o acordo é seu. Percentual justo, base de cálculo (antes ou depois de desconto) e tratamento de convênio são decisões da clínica com seus profissionais; o Clinovar as executa com precisão e as torna auditáveis, mas nenhum software substitui o combinado claro e por escrito.
Perguntas frequentes
Cada profissional pode ter um percentual diferente?
Sim. O procedimento tem a regra padrão, e o profissional pode ter exceção própria — percentual ou valor fixo. A exceção fica registrada e aparece no extrato com a regra aplicada.
O repasse considera desconto dado ao paciente?
O cálculo parte do valor efetivamente registrado no atendimento — com desconto e acréscimo refletidos. A base combinada é a que vale, e ela fica visível na memória de cálculo.
E quando o pagamento é estornado depois do fechamento?
O estorno fica registrado com rastreio (quem, quando, por quê) e reflete na produção — o ajuste aparece documentado, não escondido numa célula editada.
O profissional vê o próprio extrato?
A clínica decide o que cada perfil enxerga — o desenho de permissões permite dar ao profissional a visão da própria produção sem abrir o financeiro geral da casa.
O fim da planilha de repasse
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