Segurança e LGPD, sem juridiquês
Dados de saúde são dados sensíveis pela LGPD, e a responsabilidade por eles é da clínica — por isso a escolha do sistema é uma decisão de conformidade, não só de conveniência. Esta página explica, em linguagem direta, como o Clinovar protege os dados da sua clínica e dos seus pacientes: acesso, criptografia, cópias de segurança, sigilo do prontuário e os seus direitos como titular e como controladora.
Como os dados são protegidos na prática
Acesso individual, por função
Cada pessoa da equipe tem login próprio e enxerga apenas o que a função exige. A recepção opera agenda e financeiro sem acesso ao conteúdo clínico — o prontuário é do profissional que atende. Operações financeiras são permissão explícita, nunca consequência do cargo.
Criptografia e cópias automáticas
Os dados trafegam e são armazenados com criptografia, e as cópias de segurança são automáticas — a clínica não depende de alguém lembrar de fazer backup, nem de um computador que pode ser roubado ou quebrar.
Registro que não se apaga
O histórico clínico é preservado por construção: correções e complementos entram como adendos datados e atribuídos ao autor — nada é sobrescrito ou excluído silenciosamente. Os acessos ficam em trilha de auditoria.
O que a LGPD exige da sua clínica — e como o Clinovar ajuda
Pela LGPD, a clínica é a controladora dos dados dos pacientes: quem decide por que e como eles são tratados. O Clinovar atua como operador: trata os dados exclusivamente para prestar o serviço contratado, seguindo as suas instruções. Na prática, o sistema dá à clínica as condições técnicas que a lei espera:
- Minimização e finalidade: o sistema coleta o que a operação da clínica exige — cadastro, agenda, registro clínico, financeiro — e nada além disso.
- Controle de acesso: permissões por função e trilha de auditoria respondem à pergunta que toda fiscalização faz: quem acessou o quê, e quando.
- Guarda pelo prazo legal: registros clínicos seguem os prazos de guarda das resoluções do conselho da sua profissão — cancelar a assinatura não destrói o acervo.
- Portabilidade: os dados são da clínica; a exportação está disponível — entrar e sair com os seus dados é o teste definitivo da confiança de um fornecedor.
- Sigilo profissional: o prontuário pertence à relação profissional-paciente; o desenho de permissões do sistema materializa o que o código de ética da sua profissão já exige.
O que o sistema não faz — e nenhum sistema faz — é tornar a clínica conforme sozinho: consentimento dos pacientes, políticas internas e treinamento da equipe seguem sendo responsabilidade da clínica. A base legal do tratamento de dados de saúde, os detalhes do nosso papel como operador e os seus direitos como titular estão formalizados na Política de Privacidade e nos Termos de Uso.
Perguntas frequentes sobre segurança
A recepção consegue ler o prontuário dos pacientes?
Não. As permissões são por função: a recepção opera agenda, cadastros e financeiro sem acesso ao conteúdo clínico. O sigilo do prontuário não depende de combinado verbal — é estrutural.
Quem é o dono dos dados: a clínica ou o Clinovar?
A clínica, sempre. O Clinovar trata os dados apenas para prestar o serviço (papel de operador na LGPD). Você pode exportá-los, e o cancelamento da assinatura não confisca o histórico.
E se alguém da equipe for desligado?
O acesso individual é revogado na hora, sem trocar senha coletiva — porque não existe senha coletiva. O que a pessoa fez enquanto teve acesso permanece registrado na trilha de auditoria.
Registros podem ser apagados ou alterados depois?
O registro original, não. Correções e complementos entram como adendos datados e assinados pelo autor — o comportamento que a documentação clínica e uma eventual perícia exigem.
Por quanto tempo os registros clínicos são guardados?
Pelos prazos definidos nas resoluções do conselho da sua profissão — a guarda é uma obrigação da clínica, e o sistema existe para cumpri-la sem depender de papel ou de HD externo.
Segurança se demonstra, não se promete
Crie a conta grátis, configure as permissões da sua equipe e veja o controle de acesso funcionando — antes de colocar um único paciente real.