Controle financeiro para clínicas: cada atendimento vira cobrança, sozinho
O financeiro do Clinovar nasce da agenda: consulta realizada é cobrança registrada, com o valor certo por procedimento e por convênio. Recebimentos, pendências, descontos e estornos ficam amarrados ao atendimento; pacotes têm saldo controlado; e o repasse de cada profissional sai calculado da produção real — o fechamento do mês vira um relatório, não um projeto de planilha.
Do atendimento ao fechamento, em três movimentos
A cobrança nasce do atendimento
Preço por procedimento — inclusive por convênio e por especialidade — definido uma vez no catálogo. Marcou, o valor certo já está lá; atendeu, a cobrança existe.
Receber é registrar, não redigitar
Dinheiro, Pix, cartão, transferência — inclusive pagamento em lote de várias sessões. Desconto e acréscimo documentados; estorno com rastro, nunca com borracha.
O fechamento já está pronto
Produção por profissional, recebimentos por origem (particular × cada convênio), pendências e o repasse calculado — por percentual ou valor fixo, com regra própria por profissional e procedimento.
Pacotes e planos: o dinheiro que mais escapa nas clínicas
Quem vende 10 sessões e controla o saldo de cabeça dá sessão de graça sem perceber. No Clinovar, o pacote é entidade do sistema: sessões contratadas, usadas e restantes visíveis para recepção e profissional; planos recorrentes geram as cobranças do ciclo. A renovação aparece a tempo de ser oferecida — na penúltima sessão, não semanas depois.
- Saldo do pacote debitado automaticamente a cada sessão realizada.
- Falta documentada (lembrete enviado, resposta do paciente) — a política de descontar ou não vira decisão com registro, não discussão no balcão.
- Pacote pago no início, sessões ao longo de semanas: o dinheiro e a produção ficam amarrados, sem receita fantasma.
Tudo conectado
A agenda gera a cobrança, o prontuário comprova a produção, os recibos saem numerados dos dados que já existem — e quem opera o caixa é permissão explícita, nunca consequência do cargo. Para clínicas multiprofissionais (ABA, estética, fisioterapia), o repasse por produção real é o fim da conferência tensa de fim de mês.
Perguntas frequentes sobre o financeiro
Como o sistema calcula o repasse dos profissionais?
Pela produção real: cada atendimento realizado conta para quem o executou, e a regra — percentual ou valor fixo — pode ser própria por profissional e por procedimento. O fechamento traz a produção e o valor a receber de cada um, sem planilha.
Atendo particular e convênios com valores diferentes. Funciona?
Sim. Cada procedimento pode ter preço por convênio; o agendamento nasce com o valor correto conforme o plano do paciente e o fechamento separa as origens com pendências à vista.
Dá para receber várias sessões de uma vez?
Sim — pagamento em lote: o responsável quita o mês inteiro numa operação só, e o sistema distribui o recebimento pelas sessões correspondentes, mantendo cada uma auditável.
E quando precisa estornar um recebimento?
O estorno existe como operação própria, com nota e rastro de quem fez e quando — o valor sai do caixa sem apagar a história. Números que somem sem explicação são o começo de todo problema financeiro de clínica.
Quem da equipe pode mexer no financeiro?
Quem você autorizar — operar pagamentos é uma permissão explícita, separada de visualizar. Cargo não dá acesso automático a dinheiro.
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