A guia SP/SADT (Serviço Profissional / Serviço Auxiliar de Diagnóstico e Terapia) é o formulário do padrão TISS usado para solicitar, autorizar e cobrar procedimentos, exames e terapias realizados em regime ambulatorial junto às operadoras de planos de saúde. É a guia mais presente no dia a dia de clínicas que atendem convênios — e o preenchimento incorreto dela é uma das maiores causas de glosa.
Quando se usa a SP/SADT (e quando não)?
O padrão TISS tem guias distintas por situação: a consulta simples usa a guia de consulta; procedimentos, sessões de terapia, exames e pequenos atendimentos ambulatoriais usam a SP/SADT; internações têm guias próprias. Em clínicas de terapias continuadas (fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia via convênio), a SP/SADT costuma acompanhar séries de sessões autorizadas — o controle de quantas sessões foram autorizadas e quantas já foram realizadas é parte do faturamento.
Os campos que mais geram glosa
Dados do beneficiário divergentes do cadastro da operadora, código TUSS incorreto, número de autorização ausente ou vencido, datas incoerentes e quantidade de sessões acima do autorizado. A defesa é rotina: conferir a elegibilidade antes do atendimento, preencher a partir de cadastros completos e conciliar o pago contra o cobrado para recorrer de glosas dentro do prazo.
Conteúdo informativo — o layout das guias é definido pelo padrão TISS vigente da ANS.