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Documentação em harmonização facial: consentimento, registro e fotos

Prontuário de harmonização facial no Clinovar, com procedimentos realizados, produtos utilizados, registro fotográfico antes e depois e termo de consentimento assinado.

Harmonização facial é procedimento invasivo com expectativa estética alta — a combinação que mais exige documentação. O conjunto mínimo por paciente: anamnese com histórico completo (procedimentos prévios, produtos já aplicados, alergias, condições de saúde), termo de consentimento específico por procedimento com riscos e limitações declarados, registro fotográfico padronizado antes e depois, e o registro clínico do que foi aplicado — produto, lote, quantidade e pontos de aplicação.

Por que registrar produto, lote e quantidade?

Porque é a informação que salva nas duas pontas: na intercorrência (saber exatamente o que foi aplicado, quando e onde orienta a conduta — inclusive de outro profissional que atenda o paciente) e na continuidade (o retoque e o novo procedimento dependem do histórico do que já existe no rosto). O paciente raramente sabe o que tem aplicado; o registro da clínica precisa saber por ele. Rastreabilidade de produto injetável não é burocracia — é segurança clínica.

O que o termo de consentimento precisa dizer?

Específico por procedimento, em linguagem que o paciente entende: o que será feito, o resultado esperado e seus limites (inclusive a variação individual), os riscos e intercorrências possíveis, os cuidados pós e as condições de retoque. Termo genérico assinado uma vez “para tudo” protege pouco; o específico, assinado a cada tipo de procedimento, documenta a decisão informada — que é o que ele existe para provar. A expectativa registrada na anamnese, nas palavras do paciente, completa a proteção.

Fotos: registro clínico ≠ divulgação

São duas autorizações distintas: a foto como registro clínico (padronizada, parte do prontuário, coberta pelo sigilo) e o uso em divulgação — opcional, específico e revogável. Misturar as duas num parágrafo só é o erro comum que invalida a segunda. E fotos de rosto são dado pessoal sensível por natureza: armazenamento no celular pessoal do profissional é passivo de LGPD esperando acontecer; o lugar delas é o registro do paciente, com acesso controlado e guarda devida.

Como o Clinovar resolve

No Clinovar, a clínica de harmonização facial monta a ficha com os campos que importam (produto, lote, quantidade, região), emite termos específicos a partir de modelos, anexa o fotográfico ao paciente com acesso restrito e mantém tudo sob a guarda do prontuário eletrônico — dentro do sistema completo.


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