Pular para o conteúdo

Prontuário psicológico: o que o CFP exige do registro

Prontuário psicológico no Clinovar em conformidade com as resoluções do CFP, com anamnese, evoluções, hipóteses diagnósticas e documentos anexos.

O registro documental do atendimento psicológico é obrigação profissional disciplinada pelo Conselho Federal de Psicologia: todo psicólogo deve manter registro do serviço prestado — identificação, avaliação de demanda, evolução dos atendimentos e encerramento — sob sigilo, com guarda pelo prazo mínimo da norma e acesso garantido à pessoa atendida. O formato (papel ou eletrônico) é escolha do profissional; o dever de registrar, não.

O que o registro precisa conter?

A norma do registro documental estrutura o essencial: identificação da pessoa atendida, a demanda e a avaliação inicial, o registro da evolução dos atendimentos, procedimentos técnico-científicos adotados e o registro do encerramento (com motivo). Documentos produzidos — declarações, relatórios, laudos — integram o conjunto. Em linguagem prática: quem lê o registro depois precisa entender o que foi feito, por que e com qual desfecho.

Quanto tempo guardar — e quem pode acessar?

A guarda tem prazo mínimo fixado em resolução do CFP (a referência clássica do registro documental é de 5 anos, prorrogável em situações previstas — confirme a norma vigente antes de qualquer descarte). O acesso segue duas regras que não se contradizem: a pessoa atendida tem direito ao conteúdo que lhe diz respeito; terceiros, não — nem recepção, nem familiares, salvo as hipóteses legais. É por isso que prontuário psicológico em armário aberto ou planilha compartilhada é um problema real de sigilo, não um detalhe.

Registro eletrônico é permitido?

Sim — o que a ética exige é sigilo, integridade e guarda, não papel. O meio eletrônico atende (e facilita) esses deveres quando o sistema controla acessos por perfil, preserva o que foi escrito com trilha de alterações e mantém o prazo de guarda. Somam-se os deveres da LGPD: dados de atendimento psicológico são dados sensíveis de saúde, com exigência reforçada de segurança.

Como o Clinovar resolve

No prontuário eletrônico do Clinovar, o registro psicológico vive em modelos que o profissional define (demanda, evolução por sessão, encerramento), com acesso restrito por perfil — a recepção agenda e cobra sem ver conteúdo clínico —, registros preservados com adendos auditáveis e guarda garantida. É o desenho que o consultório de psicologia precisa para cumprir a norma sem burocracia; os demais recursos estão no sistema completo para clínicas.

Conteúdo informativo — as resoluções do CFP são atualizadas; confirme sempre a norma vigente no site do conselho.


Teste grátis, sem cartão de crédito.

Testar grátisSem cartão · Sem fidelidade